Te amo para sempre


O que acontece quando uma relação amorosa chega ao fim, quando há um rompimento, quando o casal escolhe seguir por caminhos diferentes: será que o amor também acaba?

Repensando as relações amorosas, nesse caso falando mais especificamente de namoros, casamentos e afins, me questionei o que acontece quando há um rompimento, quando essas relações chegam ao fim: será que o amor também acaba?

Nunca acreditei que o amor tivesse um fim. As relações, sim. Aliás, isso é cada vez mais comum. Mas não o amor. Talvez, isso dependa do que cada um chama de amor.

Não estou me referindo ao amor romântico, aquele que pode ser melhor denominado de paixão, que idealiza o objeto amado e acredita na máxima do “felizes para sempre”. Apesar da intensidade e do inegável prazer proporcionado, ele tende a ser fugaz e um pouco frustrante.


Eu vejo o amor como uma combinação genuína de respeito, consideração, empatia, admiração e crença no que o outro é e também pode vir a ser, enxergando-o e aceitando-o na sua completude, com suas belezas e imperfeições.

E não é porque em algum momento do percurso o casal se perdeu, deixou de olhar para o mesmo horizonte ou até percebeu uma incompatibilidade de valores, que esse amor está fadado ao fim.


Claro que para isso é preciso ter um grau elevado de maturidade. Maturidade para aceitar o fim da relação, mesmo que não seja escolha sua. Nessas horas o ditado popular “quando um não quer dois não brigam” cai como uma luva e não há muito o que se possa fazer. Maturidade para perdoar, pedir perdão e permitir que mágoas e raivas sejam dissolvidas, enquanto as feridas vão se cicatrizando. E, maturidade para entender que a relação deu certo sim, pelo tempo que durou, apenas deixou de dar. E o que foi vivido valeu a pena, que as trocas e aprendizados foram importantes e que você saiu dessa relação, uma pessoa melhor do que entrou.


Se você é capaz de absorver e colocar em prática esse olhar maduro para o amor, será que há alguma dúvida de que ainda ama aquela pessoa que um dia o fez tão feliz?

Não estou falando de se tornarem amigos, até pode ser, mas não é esse o “x” da questão. Estou falando de gratidão, de querer bem, de continuar acreditando no brilho daquela pessoa, mesmo que se descubram muito diferentes, mesmo que passem a caminhar por direções opostas.


Se um dia houve amor, não há porque deixá-lo morrer. É uma questão de escolha. Eu opto pelo amor. Sempre e para sempre.

#amor #amorparasempre #fimderelacionamento #fimdenamoro

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